“É o medo indescritível do nada”, assim ‘Humano de Nova Iorque’ define a ansiedade

Se você ainda não conhece o site Humans of New York definitivamente está perdendo um dos conteúdos mais bacanas da internet. De uma maneira, leve e única, eles trazem diferentes perfis de pessoas comuns que andam pelas da cidade norte-americana. E nessas andanças, eis que surge o perfil de um homem que descreveu da melhor, e porque não mais dolorosa forma, o que é a ansiedade para as pessoas que sofrem da doença.

É o medo indescritível do nada

“I knew a girl in high school that always complained about having anxiety. I used to make fun of her a little bit. It looked like nothing to me. So I assumed it was nothing. And I dealt with it by trying to convince her that it was nothing. I called her recently to apologize. I’ve had really bad anxiety ever since my father died. And it’s definitely not nothing. It’s the indescribable fear of nothing.”

“É o medo indescritível do nada”.

Alguns sabem bem o que é isso.

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“Eu conhecia uma garota na escola que sempre reclamava sobre a ansiedade. Eu costumava rir um pouco dela. Para mim, não parecia ser nada. Então eu acreditava que não era nada”, disse ele ao ‘Humanos de Nova York’.
“Eu comecei a ter uma ansiedade muito intensa desde que meu pai morreu”, continuou.

“E definitivamente não era nada. É o medo indescritível do nada”.

O relato desse homem também lança luz em outro problema comum que as doenças mentais enfrentam: a falta de visibilidade. Os distúrbios mentais são frequentemente menosprezados porque não existem sinais externos da doença. Do lado de fora, as pessoas que sofrem com a ansiedade podem parecer bem.

No entanto, esses distúrbios não são sempre óbvios, assim como alguns comentários da foto apontam.

“Obrigada por estender a mão e validar a sua experiência”, dizia um. “Sendo alguém que luta contra essa doença invisível, espero que mais pessoas comecem a ser mais compassivo como você agora é”.

“Eu pensava que as pessoas estavam sendo dramáticas demais até ter um ataque de pânico”, um outro compartilhou. “Eu não desejo isso a ninguém. Espero que sua ansiedade diminua e você encontre formas de lidar com isso quando ela surgir”.

Aproximadamente 40 milhões de americanos adultos são afetados pela ansiedade. Os estereótipos negativos frequentemente previnem as pessoas de buscarem um tratamento.

É por isso que é não só animador, mas vital, que as pessoas criem uma conversa sobre a doença mental em fóruns públicos – especialmente nas plataformas online com uma ampla audiência como os “Humanos de Nova York”, que hoje têm aproximadamente 17 milhões de seguidores no Facebook.

Mais um passo positivo para a saúde mental. Continue assim, Internet.

 

Fonte: Huffpost Brasil

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